
Sexo anal é o tipo de sexo que causa maior polêmica entre os casais. Há quem adore e há quem tenha verdadeiro pavor. Como a região não possui lubrificação natural, pode causar dor e até sangramento, o que pode ser facilmente resolvido com um lubrificante.
A história costuma ser parecida na maioria dos relacionamentos héteros: o homem pede, quase implora, com o clássico “só a cabecinha”, enquanto a mulher foge do assunto desesperadamente. Pudera, o sexo anal em uma relação hetero é, na maioria das vezes, uma opção que traz mais prazer principalmente para o homem, já que a musculatura do ânus é mais apertada que a da vagina, por isso a pressão sobre o pênis é maior.
O que a maioria dos homens héteros não sabem e não querem saber, enquanto os homosexuais sabem muito bem, é que neles a região é ainda mais excitante por ser próxima da próstata, esta que é contornada pela vesícula seminal, onde fica o líquido da ejaculação. Esse seria o “plus” do ato anal entre homens.
A verdade é que depois de superada a dor das primeiras tentativas, muitas mulheres garantem que é uma delícia. Uma pesquisa com 2.797 mulheres anal que esteve no site da revista Nova, da Editora Abril, durante o mês de abril deste ano mostra como a prática do sexo anal é mais aceita do que os homens costumam imaginar. Das 2.797 mulheres que acessaram a pesquisa, 71% disseram que fazem ou que já fizeram. A maioria delas está entre 21 e 30 anos (58%). As que mais topam essa modalidade são as casadas: 81% delas disseram que já praticaram, sendo que a maioria faz de vez em quando. Em segundo lugar vêm as separadas (78% fazem ou já fizeram), em terceiro quem mora com namorado (76% praticam ou já praticaram) e, por último, as solteiras (63% já fizeram e, dessas, a maioria topa só de vez em quando). Uma grande parte das solteiras é virgem nessa rota alternativa: 20% nunca sequer tentaram e 18% até arriscaram experimentar, mas não conseguiram ir até o final.
E você, cede ou não cede?