sábado, 22 de março de 2008

TOTAL FLEX

Bissexualidade: Fidelidade ao desejo sempre




João amava Teresa, que amava Ana, que amava José e também Fernanda, que não amava ninguém. Parodiando o poema de Carlos Drummond de Andrade, que assim ficaria adaptado ao universo dos bissexuais, em que um único objeto do desejo parece ser pouco. Uns os consideram indecisos. Outros alegam ser perversão. Alguns vão além e os acusam de maquiar a homossexualidade. No entanto, para eles, ter relações com ambos os sexos é a libertação de todos os paradigmas. A atração, antes limitada a oito ou oitenta, representa magnetismo puro e simples, não importando o gênero. Será isso apenas uma fase ou a nova tendência?

A discussão sobre bissexualidade é sempre polêmica, mesmo dentro do movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros). A surpresa diante da ambigüidade do desejo faz com que muitos rejeitem o bi, seja por incompreensão ou por preconceito.

De um lado, há quem acredite que é mais fácil mostrar-se bi do que homo. Provoca menos impacto. Socialmente é melhor, algo do tipo 'ainda tem salvação'. Definir-se como bi deixa a coisa menos definida, como se dissesse 'você pode ficar normal de novo´. A crença geral é de que o bi é uma pessoa indefinida, que ainda não achou sua identidade sexual.

Uma coisa não dá pra negar: todo homem, sem exceção, tem a fantasia de ver duas mulheres se beijando ou se acariciando. Mas parece que não são só os homens que gostam não, deixando o preconceito de lado muitas garotas estão aderindo à moda de gostar de homem, mas transar com mulher. Digo garotas, pois são as mais novas que estão entrando nessa onda. E há cada vez mais mocinhas interessadas em descobrir um corpo tão delicado e macio quanto o seu. Ser bi está na moda, não há dúvida!

Tudo bem que os bissexuais andem no meio dos dois caminhos, isso é uma opção. Só que, a menos que sempre se relacionem com bissexuais, vai haver uma discrepância de preferências e até de estilos de vida. No caso, uma mulher bissexual pode, muito bem, se envolver com um homem hetero ou com uma mulher homo. Confusão? Bem-vinda à realidade em que tudo é possível.

Pesquisa afirma que bissexualidade não é estado transitório
Pesquisa feita pela Universidade de Utah afirma que bissexualidade não é estado transitório ou homossexualidade enrustida e sim orientação sexual, pelo menos entre as mulheres, foco da pesquisa. A pesquisa acompanhou durante dez anos a vida de 79 mulheres bissexuais com idade entre 18 e 25 anos, fase do começo do estudo.O estudo mostra que depois de dez anos as voluntárias continuaram afirmando serem bissexuais. Entretanto, durante este período algumas delas mantiveram relações heterossexuais. Do total, 17% encerraram a pesquisa em uma relação heterossexual.E, 14% delas assumiram ter mantido, durante algum tempo, relação heterossexual.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Brinquedos para adultos

Muita gente tem vontade de visitar uma sex shop, mas poucas são as que encaram tal façanha. A vergonha chega a ser incompreensível já que todo mundo faz sexo e todo mundo sabe que todo mundo faz sexo. Mas é justamente por esse motivo que as lojas de sex shop se alastram pela internet. Na rede é possível encontrar todo tipo de produto por um preço inacreditavelmente mais acessível do que nas lojas físicas. De quebra ninguém precisa ficar vermelho de vergonha, os produtos chegam pelo correio em embalagens discretíssimas.

Dados da Associação Brasileira das Indústrias do Mercado Erótico e Sensual (Abeme) revelam que são movimentados anualmente cerca de R$ 700 milhões com a compra e venda de produtos eróticos. Nada comparado aos Estados Unidos, que fatura US$ 10 bilhões por ano, mas já surgem sinais de que o consumo vem aumentando, dando luz a mais de 1.200 sex shops espalhadas por todo o Brasil.

Se você já cansou de presentinhos românticos como rosas vermelhas, chocolates em formas de coração, ursinhos de pelúcia ou um jantar a luz de velas então é hora de visitar uma sex shop . Ao contrário do que muita gente pensa, as lojas do ramo oferecem muito mais do que vibradores e filmes hardcore.

Nas suas prateleiras, os consumidores encontram roupas e objetos para todos os gostos, desde os tradicionais vibradores a algemas com veludo e lingeries com pênis. Os preços variam bastante, principalmente de acordo com a origem do produto. Os artigos mais baratos são os preservativos, que custam em média cinco reais. Em contrapartida, uma boneca inflável pode custar até 7 mil dólares.

O fato é que o mundo evoluiu e as lojas também, hoje existem sexshops para todos os gostos; das mais ousadas até as boutiques eróticas, uma alternativa direcionada ao público feminino.

Na lista dos mais vendidos para mulheres, que inclusive são responsáveis por 80% dos consumidores, estão as lingeries, os estimuladores clitorianos (vibradores) e os lubrificantes. A graça está justamente na sutileza da apresentação dos produtos; vibradores em formas de batom, estimulantes "treme-treme" com cara de bichinhos, e lubrificantes saborosos atendem ao público feminino que não perde a delicadeza jamais.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

SE TOCA

Masturbação não tem contra-indicação


Masturbação é uma palavra formada pela junção de duas palavras latinas: manus (mãos) e turbari (esfregar), ou seja, esfregar com as mãos. A masturbação masculina já é coisa mais do que batida, aquele tipo de coisa que “todo mundo sabe que ele faz”. Bem diferente da masturbação entre mulheres, que é o maior de todos os tabus.

Experimente perguntar a uma mulher se ela se masturba e 3 entre 5 vão arregalar os olhos e dizer que “não, claro que não!”. Poucas são as mulheres que assumem usar os famosos “dedinhos da Eliana” para “chegar lá”. Mas muitas o fazem. Algumas se masturbam acariciando o clitóris, outras gostam de dedo na vagina, outras de tudo isso ao mesmo tempo, algumas preferem vibradores e outras dildos, umas fazem sozinhas, outras na frente do (a) namorado (a) ou do espelho e há quem use o chuveirinho e, pasmem, até o celular. Sabia que existe toda uma nova geração de mulheres para as quais a masturbação não é mais um tabu?

Parece até piada quando escutamos falar que algo tão bacana como a masturbação já foi considerada prejudicial à saúde e, segurem o riso, que causa cegueira ou esterilidade e que, vejam só, faz até crescer pêlos nas mãos.

Além de ser uma ótima válvula de escape para o stress, estudos já comprovaram a eficácia da masturbação para aliviar cólicas menstruais, combater infecções e alongar os músculos pélvicos. Uau! Se alguma mulher esperava por um bom motivo para começar a se dedicar ao esporte, já tem vários.

Acreditem se quiser, mas a masturbação é coisa do século passado, ou para ser mais exata, do século retrasado, já que a prática data do século XIX, quando era conhecida como massagem vulvar, usada como uma terapia para pacientes de “histeria”. Foi graças a essa terapia, inclusive, que hoje temos os vibradores. O aparelho, de tamanho industrial, foi inventado em 1880 por um médico britânico. Foi a Hamilton Beach, empresa norte-americana que fabrica até hoje batedeiras e outros utensílios de cozinha, quem patenteou em 1902 o seu primeiro vibrador doméstico, fazendo do aparelho o quinto eletrodoméstico a ser introduzido no lar, antes da máquina de costura e muito antes do ferro elétrico.

Não importa que nome você dê à coisa: punhetinha, dedada, bater uma, “dar umazinha” ou siririca, masturbação é bom para o ego, para o corpo, para a mente, para o relacionamento e até mesmo para o espírito.
Concorda?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

SWING
SEXO SEM LIMITES


A palavra swing pode nos remeter a vários significados: um ritmo musical ou a ginga de uma pessoa, por exemplo. Pode até ser, mas aqui você vai ver que é uma dança bem mais insinuante e interessante do que imagina. O swing, mais conhecido como troca de casais é um jeito diferente de encarar o sexo e, para muitas pessoas, é um novo estilo de vida.

O swing nada mais é do que uma maneira de fazer sexo com outras pessoas sem trair o parceiro. A idéia pode parecer absurda a princípio, mas faz todo sentido. Isso por que os dois concordam em transar com outra pessoa, desde que não haja mentiras e encontros “secretos”, ou seja, a mulher pode transar com outro homem, e até com outra mulher, mas o homem tem que saber disso.

A prática do swing tem se tornado muito comum ultimamente. Muitos clubes já anunciam seus serviços em placas de neon e atraem um publico diferente do que era três anos atrás. Os novos freqüentadores, muitos deles jovens, encaram a diversão como balada, onde podem ver os outros fazendo sexo e ser vistos.

Mas há regras em casas de swing, o traje é esporte fino, em alguns dias só é permitida a entrada em casais, sendo o preço para um homem sozinho bem alto em outros dias (geralmente mais de R$ 100,00 não consumíveis). Bissexualismo masculino não é permitido assim como não se pode fotografar ou filmar nada.

E aí, já experimentou? Experimentaria?